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Guaratinguetá: FACEG recebe Palestra “Resistir para ReExistir: contra a medicalização da educação e da sociedade”  

Data: 20/12/2017 | 0 Comentário


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            Em parceria com o PROMAE (Programa Municipal de Atendimento ao Escolar), a Faculdade de Educação de Guaratinguetá – FACEG recebeu no dia 06 de dezembro, a palestra intitulada “Resistir para ReExistir: contra a medicalização da educação e da sociedade”, com a Psicóloga Ângela Fernandes Rodrigues Godoy.   O evento foi organizado pela Sr.ª Lucy Ferreira Pará, Coordenadora do PROMAE de Guaratinguetá.

            Estiveram presentes no evento Elisabeth Sampaio, Secretária Municipal de Educação de Guaratinguetá, Kátia Aparecida Spiridigliozzi, Secretária Municipal de Educação de Cunha, Representantes do CRP (Conselho Regional de Psicologia) de São José dos Campos, coordenadores da Secretaria Municipal de Educação de Guaratinguetá, diretores, professores e coordenadores da rede municipal de Guaratinguetá, representantes da APAE, os professores da FACEG, Adriana Roma e Luiz Cláudio Gonçalves Junior e alunos do curso de Pedagogia da FACEG.

Na introdução do evento aconteceu uma peça teatral com artistas da região, envolvendo o contexto da palestra.

            Na ocasião, representando a Faculdade de Educação de Guaratinguetá,   Solange Regina Simensatto, Secretária Geral da IES, informou aos participantes sobre os cursos de Pós-graduação da Universidade Brasil, enfatizando os cursos voltados para a área de Educação, além do desconto que  a IES concede aos ingressantes de segunda graduação, bem como destacou que, a Revista Ciência Contemporânea estava em processo de coleta de artigos para a segunda edição da revista.

            A palestrante Ângela Godoy elucidou sobre a medicalização/patologização da educação e da vida como um processo/atitude que transforma artificialmente questões não médicas em médicas e ou atribui aspectos da vida de diferentes ordens – a “doenças, “transtornos”, “distúrbios”, dando destaque ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).

            Ao final da palestra foi aberta uma conversa com os mediadores do CRP, Lauren Mariana Menocchi e Bruno Monteiro Carlo, envolvendo a temática: “medicalização na educação: diagnóstico e inclusão da criança autista.”

           




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